Home Data de criação : 07/02/09 Última atualização : 11/10/17 11:55 / 185 Artigos publicados

PeLoS CaMinHoS SoCiAiS

HoJe RecEbi FlOrEs  (PeLoS CaMinHoS SoCiAiS) escrito em sexta 21 março 2008 04:44

Hoje Recebi Flores

 

Não é o meu aniversário

ou nenhum outra dia especial;

Tivemos nossa primeira discussão

ontem à noite e ele me disse muitas coisas

cruéis que me ofenderam

de verdade. Mas sei que está arrependido

e não as disse a sério,

porque ele me enviou flores hoje.

 

Ontem ele atirou-me contra a parede e

começou a asfixiar-me. Parecia um pesadelo,

mas dos pesadelos acordamos e sabemos

que não são reais. Hoje acordei cheia de

Dores com golpes em todos lados. Mas

eu sei que ele está arrependido, porque

enviou flores hoje. E não é Dia dos

Namorados ou nenhum outro dia especial

 

Ontem à noite bateu-me e ameaçou matar-me.

Nem a maquiagem ou as mangas compridas

poderiam ocultar os cortes e golpes que me

ocasionou desta vez. Não pude ir ao emprego

hoje porque não queria que percebessem.

Mas eu sei que está arrependido porque ele

me enviou flores hoje. E não era Dia das Mães

ou nenhum outro dia especial.

 

Ontem à noite ele voltou a bater-me,

mas desta vez foi muito pior. Se conseguir

deixá-lo, o que é vou fazer? Como poderia

eu sozinha manter os meus filhos?

O que acontecerá se faltar o dinheiro?

Tenho tanto medo dele

Mas dependo tanto

dele que tenho medo

de o deixar.

Mas eu sei que está arrependido,

porque ele me enviou flores hoje.

 

Hoje é um dia muito especial

É o dia do meu funeral.

Ontem finalmente conseguiu matar-me.

Bateu-me até eu morrer.

Se ao menos eu tivesse tido a coragem e a

força para o deixar... Se tivesse pedido ajuda

profissional... Hoje não teria recebido flores!

 

Por uma vida sem violência!!!

Partilhem essa mensagem para criar consciência..

 

PARA QUE SE TENHA RESPEITO

by -   Dulce Guerreiro

 

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PeRsOnAL FriEnD  (PeLoS CaMinHoS SoCiAiS) escrito em segunda 03 dezembro 2007 23:28

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, PeRsOnAL FriEnD

PeRsOnAl FriEnD

RIO - Seus amigos não te ouvem? Está se sentindo só? Não tem companhia para dar uma volta no shopping? Seus problemas acabaram! Depois do personal trainer e do personal stylist, um novo profissional batizado com o modismo do prefixo em inglês chega ao mercado para atender aos solitários de plantão: o amigo de aluguel

(participe de pesquisa: Você aceitaria ter um personal friend? ).

O personal friend (ou amigo pessoal), criação do empresário carioca Silvério Veloso, de 42 anos, surgiu em novembro do ano passado. A um preço que restringe a clientela a membros das classes média e média alta - R$ 300 por sessão, com duração de 50 minutos - ele já conta com cerca de 20 "amigos" fiéis.

- É como se eles estivessem comprando mesmo um amigo. A gente conversa sobre tudo. A pessoa fala o que quiser, é um amigo de confiança que ela tem ali, mas é tudo profissional - explica Silvério, graduado em educação física, com mestrado em gestão de negócios e especialização em empreendedorismo comportamental.

Escritório itinerante

O personal friend faz questão de enfatizar que não entra no ramo da psicologia. Seu diferencial seria o fato de ir aonde o cliente está. Sem escritório fixo, Silvério realiza as sessões em shoppings, restaurantes ou numa caminhada no calçadão:

- O tempo está curto para todo mundo. Então, a gente aproveita alguma atividade para conversar. Outro dia, um dos clientes pediu para que eu o encontrasse no Cristo Redentor e foi ótimo! Ele mora no Rio e nunca tinha subido o Corcovado.

Depois de 18 anos à frente de uma sólida empresa familiar, no interior do estado do Rio, Silvério disse que resolveu investir nesse novo nicho de negócios ao perceber a enorme quantidade de pessoas que se queixam de não ter quem ouvi-las.

Retorno de 90%

Toda semana, Silvério se encontra com pelo menos três clientes - as sessões, em média, são realizadas a cada 15 dias - cuja faixa etária varia dos 19 aos 70 anos. De seu apartamento, de frente para a Praia da Barra da Tijuca, o personal comemora o sucesso da empreitada:

- Teve uma senhora que, numa só semana, encontrou-se comigo três vezes. Pelo menos 90% das pessoas ficam satisfeitas e voltam.

EnTão tá!!!

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RaCiSmO MaDe iN BrAziL  (PeLoS CaMinHoS SoCiAiS) escrito em terça 20 novembro 2007 08:14

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, RaCiSmO MaDe iN BrAziL
Racismo made in Brazil

O equívoco comum, bastante praticado, ao se abordar a questão do racismo no
Brasil é o de compreendê-lo como igual ou similar ao de países com outras
histórias e tradições. A eterna comparação com os EUA, outro gigante territorial e
populacional do Novo Mundo, fez com que muitos relativizassem ou negassem a
existência de racismo no Brasil, ao contrário de entendê-lo dentro de suas especificidades.
De modo mais raro, a comparação com o finado apartheid sul-africano colocou o mesmo
país, para os mais incautos, como pátria da tolerância racial.


Luís Carlos Lopes

gdimen@uol.com.b r

 

A mulher trabalhadora é o negro de saias

 

No final da década de 80, a mulher recebia 54% do salário homem.

Significa dizer que, no mercado de trabalho, duas mulheres valiam pouco mais do que um homem.

Melhorou: hoje, são 65%. Ou seja, aproximadamente uma mulher e meia equivalem a um homem.

Até mesmo nas profissões mais bem remuneradas, com exigência de diploma de ensino superior, ambientes supostamente mais arejados, a defasagem é expressiva. Mais precisamente, segundo Dieese/Seade, 30%.

Nesse 1º de Maio do milênio, a ser comemorado amanhã, a situação da mulher é um símbolo da discriminação no trabalho, refletindo os valores e preconceitos de uma sociedade.

Se, no Brasil, o trabalhador, apesar de todos os avanços, ganha, no geral, mal, está cercado pelo desemprego e subemprego, desfruta de uma indigente rede de proteção social, os grupos vulneráveis são ainda mais pisoteados.

Pela medida dos salários, a mulher, apesar de ter, hoje, escolaridade mais elevada do que os homens, é ainda vista como um ser inferior. Exatamente como os negros.
*
O Brasil gosta de se imaginar uma nação sem racismo. Não é o que mostram os números do mercado de trabalho, a verdadeira prova de quem é valorizado ou não numa sociedade, via salário ou nível de emprego.

Com olho nas questões de gênero e raça, o Dieese analisou os salários e nível de emprego das cinco regiões metropolitanas do país, além do Distrito Federal ( São Paulo, Salvador, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre).

A maior taxa de desemprego ocorreu em Salvador, apresentada como a capital do orgulho negro: 45% maior do que a dos brancos.

São Paulo não fica muito longe: 41%. Melhor posição está Distrito Federal: 17%. Tradução: é mais provável um negro do que um branco ficar desempregado, mesmo que tenha o mesmo nível de escolaridade.
*
Quando se analisam os rendimentos, vemos como o negro se aproxima da discriminação contra a mulher.

De acordo com o Dieese, o salário médio de um negro é, em São Paulo, aproximadamente R$ 510. Os brancos ganham nada menos do que o dobro.

Em essência, para o mercado de trabalho dois negros valem um branco.

Na lógica da fragilidade, a hierarquia coloca no topo, pela ordem, homem e mulher brancos e, depois, homem e mulher negros.

A mulher negra sofre, portanto, por ser mulher e por ser negra. Uma mulher negra, em São Paulo, ganha por mês R$ 400.

Na fria tradução comercial, duas e meia mulheres negras equivalem a um homem branco.
*
Esses números da discriminação ajudam a entender uma das mais devastadoras chagas nacionais: a má distribuição de renda.

Estatísticas internacionais costumam colocar o Brasil como um dos campeões em má distribuição de renda. Os economistas debatem sobre as várias razões para a vitória brasileira nesse campeonato como, por exemplo, a inflação que corroeu os salários, a baixa escolaridade, o modelo de industrialização, a incompetência dos investimentos sociais dos governos, o auxilio aos mais ricos com dinheiro público, e assim por diante.

Em maior ou menor grau, todos esses fatores devem mesmo pesar.

Pouco se comenta, porém, sobre o fator preconceito como um dos geradores do ciclo vicioso da miséria e, portanto, da má distribuição de renda.

Obviedade: se somarmos mulheres e negros temos a imensa maioria da população brasileira.

Logo, se eles são discriminados no salário e emprego, acabam por afetar a distribuição de renda.
*
Se pouco conseguimos avançar em proteção social do trabalhador no Brasil, conseguimos menos ainda nas categorias mais vulneráveis como negros, mulheres e, especialmente, crianças.

Melhor prova dessa falta de proteção foi o censo escolar, divulgado semana passada, pela Folha Online: apenas 2% (repetindo, 2%) das escolas públicas têm acesso à Internet.

É na escola pública onde se nutre a discriminação que vai perdurar por toda a vida.


http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd300400.htm

 

20 de Novembro

Dia Nacional da Consciência Negra

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ViOLêNciA - JuSt SaY NO - DiGa NãO!  (PeLoS CaMinHoS SoCiAiS) escrito em sexta 14 setembro 2007 11:50

ViOLêNciA 

 

JuSt

 

 SaY

 

 NO

 

DiGa

 

 NãO!

 

 

Espaço Cultural Casa do Fernando

 

PeLa PaZ MuNdiaL

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FoTos QuE FiZeRaM HiStÓriA!  (PeLoS CaMinHoS SoCiAiS) escrito em sábado 25 agosto 2007 12:46

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, FoTos QuE FiZeRaM HiStÓriA!
FOTOS QUE FIZERAM HISTÓRIA...
 

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1  
A agonia de Omayra


Omayra Sanchez foi uma menina vítima do vulcão Nevado do Ruiz, durante a erupção que arrasou o povoado de Armero, na Colômbia em 1985.
Omayra ficou três dias jogada sobre o lodo, água, restos de sua própria casa e presa aos corpos dos próprios pais. Quando os paramédicos tentaram ajudá-la, comprovaram que era impossível, já que para tirá-la era preciso amputar-lhe as pernas, e a falta de um especialista para tal cirurgia resultaria na morte da menina. Omayra mostrou-se forte até o último momento de sua vida, segundo os paramédicos e jornalistas que a rodeavam.
Durante três dias,  pensou, somente, em voltar ao colégio, fazer seus exames e reencontrar seus amigos.
O fotógrafo Frank Fournier, fez uma foto de Omayra que deu a volta ao mundo e originou uma controvérsia a respeito da indiferença do Governo Colombiano em relação às vítimas de catástrofes. A fotografia foi publicada meses após o falecimento da garota.
Muitos vêem nesta imagem o começo do que hoje chamamos Globalização, pois sua agonia foi vivenciada em tempo real pelas câmaras de tv de todo o mundo.
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2
A menina do Vietnã

Em oito de junho de 1972, um avião norte-americano bombardeou a população de Trang Bang, local onde Kim Phuc e sua família viviam. Com sua roupa em chamas, a menina de nove anos, corria em meio ao povo desesperado. No momento em que suas roupas foram consumidas pelo fogo, o fotógrafo Nic Ut registrou a famosa imagem.
Em seguida, Nic levou-a para um hospital, onde permaneceu por 14 meses, sendo submetida a 17 operações de enxerto de pele. Nesta imagem, fica claro o sofrimento, a desesperança e a dor humana na guerra, especialmente para as crianças.
Atualmente, Pham Thi Kim Phuc mora no Canadá, com o marido e dois filhos, onde é embaixadora da UNESCO e presidente da "Fundação Kim Phuc", dedicada a ajudar as crianças vítimas da guerra.
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3
Execução em Saigon

"O coronel assassinou o preso; mas e eu... assassinei ocoronel com minha câmara?"(Palavras de Eddie Adams, fotógrafo de guerra,
autor da foto que mostra o assassinato, em fevereiro de 1968, pelo chefe de polícia de Saigon, a sangue frio, de um guerrilheiro do Vietcong.
Adams, correspondente em 13 guerras, recebeu, por esta fotografia, um prêmio Pulitzer; mas ficou tão emocionalmente tocado com ela
que se converteu em fotógrafo paisagístico.
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4
A menina Afegã

Sharbat Gula foi fotografada aos 12 anos, em junho de 1984, pelo fotógrafo Steve McCurry, no acampamento de refugiados
Nasir Bagh no Paquistão, durante a guerra contra a invasão soviética.
Sua foto foi publicada na capa da National Geographic, em junho de 1985, e considerada uma das mais famosas capas do mundo.
No entanto, na época ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou buscou a jovem durante 17 anos.
Em janeiro de 2002, encontrou a menina, então uma mulher de 30 anos. Sharbat Gula vive com o marido e três filhos numa aldeia no Afeganistão.

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6
O beijo do Hotel de Ville

Esta bela foto, de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Esta foto foi tirada por Robert Doisneau enquanto tomava um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão, enquanto caminhavam no meio da multidão.
Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto.
No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, declarou que a fotografia não tinha sido tirada a esmo, na verdade o casal pediu para posar para sua lente, lhes enviando uma cópia da foto como agradecimento.
55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.

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7
O beijo da Time Square

O Beijo de despedida à Guerra foi feita por Victor Jorgensen, na Times Square em 14 de Agosto de 1945, onde um soldado da marinha
norte-americana beijava apaixonadamente uma enfermeira. Vale ressaltar que os dois personagens não eram um casal, eram perfeitos estranhos que haviam acabado de se encontrar.
A fotografia, grande ícone, é considerada uma analogia da excitação e paixão que marca o regresso para casa depois de passar uma longa
temporada fora, como também a alegria experimentada ao término de uma guerra.


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8
O homem do tanque de Tiananmen

Também conhecido como o "Rebelde Desconhecido", alcunha atribuída ao jovem anônimo que se tornou, internacionalmente,
famoso ao  ser fotografado em pé em frente a uma linha de tanques, durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989, na República Popular Chinesa.
A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) se colocou entre as duas linhas de tanques que tentavam avançar.
No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar.
Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo chinês:
apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo pois implicava causar danos a um cidadão (hã hã).
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9
Protesto silencioso

O monge budista Thich Quang Duc, nascido em 1897, se sacrificou até a morte numa rua movimentada de Saigon, em 11 de junho de 1963.
Seu ato foi repetido por outros monges. Enquanto seu corpo ardia sob as chamas, o monge manteve-se completamente imóvel.
Não gritou, nem sequer fez um pequeno ruído.
Thich Quang Duc protestava contra a maneira que a sociedade oprimia a religião Budista em seu país.
Após sua morte, seu corpo foi cremado conforme à tradição budista.
Durante a cremação seu coração manteve-se intacto, por isso foi considerado como quase santo e seu coração foi transladado aos cuidados do Banco de Reserva do Vietnã como relíquia.
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10
Espreitando a morte

Em 1994, o fotógrafo Sudanês Kevin Carter ganhou o prêmio Pulitzer de foto jornalismo com uma fotografia tomada na região de Ayod (pequena aldeia em Suam), que percorreu o mundo inteiro.
A figura esquelética de uma pequena menina, totalmente desnutrida, recostando-se sobre a terra, esgotada pela fome e a ponto de morrer, enquanto num segundo plano, a figura expectante de um abutre se encontra esperando o momento preciso da morte da garota.
Quatro meses depois, abrumado pela culpa e conduzido por uma forte dependência às drogas, Kevin Carter suicidou-se.

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11
The Falling Man

The Falling Man é o título de uma fotografia tirada por  Richard Drew durante os atentados, do 11 de setembro de 2001, contra as
torres gêmeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem se atirando de uma das torres.
A publicação do documento, pouco depois dos atentados, irritou certos setores da opinião pública norte-americana.
Ato seguido, a maioria dos meios de comunicação se auto-censurou, preferindo mostrar, unicamente, fotografias de atos de heroísmo e sacrifício.
Ah sim... Mas eles passaram exaustivamente na TV a morte de Saddam...
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12
Protegendo a cria

Uma mãe cruza o rio com os filhos durante a guerra do Vietnã, em 1965, fugindo da chuva de bombas americanas.


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13



Necessidade


Soldados e aldeãos cavam sepulturas para as vítimas de um grande terremoto acontecido em 2002 no Irã, enquanto um menino segura as
calças do pai antes dele ser enterrado.
Esse material é fruto do intercambio através das idéias
 valores e qualidade que nos foi gentilmente enviado por
Evelyne Benevent - Recife - PE
Muito bom!
 Beijos
  veve

Valeu Evelyne

thank´s
 eccf - fbs
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