Home Data de criação : 07/02/09 Última atualização : 11/10/17 11:55 / 185 Artigos publicados

PeLoS CaMiNhOs Do PaTriMôNiO HiStÓriCo & CuLtUrAL

E D I T A L - 2010  (PeLoS CaMiNhOs Do PaTriMôNiO HiStÓriCo & CuLtUrAL) escrito em quarta 07 abril 2010 19:33

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, E   D   I   T   A   L   -   2010

E D I T A L - 2010

O Espaço Cultural Casa do Fernando torna público que encontram-se abertas, a partir de março, as inscrições para apresentação de propostas para espetáculos de Artes Cênicas – Exposições de Artes Plásticas – Fotografias – Poesia – Música e outros, a serem realizadas no Espaço Cultural Casa do Fernando.

1-DOS CONCORRENTES:

1.1- Poderão apresentar propostas artistas brasileiros ou estrangeiros, fotógrafos profissionais e amadores , bem como, instituições e produtores de espetáculos de artes cênicas ,dança, artes plásticas, poesia, música & outros.

2-DAS INSCRIÇÕES:

2.1- Para efeito de inscrições, os artistas isolados, as instituições ou produtores deverão comparecer pessoalmente no Espaço Cultural Casa do Fernando, no endereço abaixo citado, acompanhados(as) do projeto, para estabelecer a data de preferência para a realização da mesma, e uma breve descrição do evento instruída com os seguintes documentos: - Um breve currículo profissional do grupo e dos artistas envolvidos; - Uma cópia do texto ou roteiro, em Cd.

2.2- As propostas serão recebidas pela secretaria do : Espaço Cultural Casa do Fernando espacoculturalcasadofernando@yahoo.com.br Rua Francisco Bicalho,668-CEP30720-340-Belo Horizonte - MG De 2ª a 6ª feira, de 9h às 18h horas

2.3- As propostas que forem enviadas via e-mail ou correio.

3- DO JULGAMENTO DAS PROPOSTAS:

3.1- O julgamento das propostas, será feito pelo Conselho de Programação do Espaço Cultural Casa do Fernando.

3.2- A decisão do Conselho de Programação será inapelável.

4- DISPOSIÇÕES FINAIS:

4.1- Os artistas, fotógrafos, músicos, poetas, instituições ou produtores selecionados serão informados por escrito através de ofício pela diretoria do Espaço Cultural Casa do Fernando.

4.2- Outras informações, ao presente Edital, serão prestadas aos interessados, no local onde serão recebidas as inscrições.

FAÇA-NOS UMA VISITA!

espacoculturalcasadofernando@yahoo.com.br

http://fernandobarbosaesilva.arteblog.com.br/

• http://espacoculturalcasadofernando.ning.com/profile/ FernandoBarbosaeSilva

Rua Francisco Bicalho,668 – Pe. Eustáquio

BH-MG (31)98619869 – (31)34648718

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ESTATUTO DO ESPAÇO CULTURAL CASA DO FERNANDO  (PeLoS CaMiNhOs Do PaTriMôNiO HiStÓriCo & CuLtUrAL) escrito em quarta 07 abril 2010 18:58

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, ESTATUTO DO ESPAÇO CULTURAL CASA DO FERNANDO

Espaço Cultural Casa do Fernando

E S T A T U T O 1 ª ATA EXTRAORDINÁRIA DE CRIAÇÃO DO

ESPAÇO CULTURAL CASA DO FERNANDO

Fica instituída aos cinco dias do mês de maio do ano de dois mil e quatro, a ata de criação desta, que agora se chama ESPAÇO CULTURAL CASA DO FERNANDO, “sociedade particular sem fins lucrativos” tendo esta ata por princípio, como instrumento informativo e regulador a ser registrada no cartório de Títulos e Documentos desta capital. O objetivo termos e obrigações do “ ESPAÇO CULTURAL CASA DO FERNANDO “ assim como suas disposições ficam firmadas no texto abaixo :

1º DO OBJETIVO : Promover e apoiar todos os movimentos e ou projetos culturais e sociais que não infrinjam as leis vigentes da Constituição Brasileira, e que não prejudiquem ou comprometem de forma alguma o decoro e reputação desta sociedade assim como de seus sócios ou colaboradores. Promover seus projetos culturais e atividades correlatas em todas as mídias vigentes oficiais ou alternativas, sob livre escolha desta administração. Abrir suas dependências ao público para exibição de espetáculos ou atividades culturais e sociais promovidas por si ou terceiros, quando da ausência de seus diretores.

2º DOS SEUS TERMOS E OBRIGAÇÕES:

O “ESPAÇO CULTURAL CASA DO FERNANDO” por ser uma entidade privada, baseia-se no compromisso civil firmado nesta ata por seu presidente e sócio fundador “Fernando Barbosa e Silva” e diretores “Regina Cardoso e Silva”, “Luciana Cardoso e Silva”, que cedem e administram em comum acordo o imóvel cito à Rua Francisco Bicalho – 668, bairro Padre Eustáquio – Belo Horizonte Minas Gerais a título de Sede do Espaço Cultural.

O “ESPAÇO CULTURAL CASA DO FERNANDO” exercerá suas atividades sócio-culturais

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cRisTo rEdEnToR  (PeLoS CaMiNhOs Do PaTriMôNiO HiStÓriCo & CuLtUrAL) escrito em quinta 13 setembro 2007 17:25

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, cRisTo rEdEnToR
RePaSsAnDo CoNhEciMeNtO  
 É LÓGICO QUE OS CARIOCAS SABEM MUITO BEM DISSO   
TUDO, MAS É IMPORTANTE QUE SE DIVULGUE PARA OS DEMAIS   
COLEGAS MAIS INFORMAÇÕES SOBRE UMA DAS   
SETE MARAVILHAS DO MUNDO MODERNO.   
INTERESSANTE NOTAR, ENFOCANDO APENAS   
O PONTO DE VISTA ESTRITAMENTE HISTÓRICO,   
QUE A CABEÇA E AS MÃOS FORAM ESCULPIDAS NA FRANÇA,   
MAS MOLDADAS E MONTADAS EM NICTEROY.   
 A idéia da construção do Cristo Redentor se deu  em 1921 para comemorar o  
centenário da independência no ano seguinte, 1922.  Na verdade, tirados os anos de 
planejamento, a construção  propriamente dita só começou em 1926 e terminou em 1931, 
quando da sua inauguração no dia de N.S.Aparecida.  
A cabeça e as mãos foram esculpidas na França pelo escultor  Paul Landowski, 
sob orientação do autor do projeto,  o arquiteto Heitor da Silva Costa. Ambas foram 
esculpidas em gesso e mandadas para  o Brasil de navio, onde foram moldadas 
em concreto  e montadas no sítio em Niterói do arquiteto Heito Levy,  o responsável 
pela obra. Uma vez terminada esta etapa,  as peças emconcreto foram divididas em 
dezenas de  peças numeradas e depois transportadas de trem até  o cume do 
Corcovado onde foram definitivamente  remontadas e acrescentadas ao corpo da estátua, 
que já  estava sendo construído lá em cima mesmo.  
 As dimensões do Cristo Redenor são:  
Altura total do monumento  - 38 m Altura da estátua  - 30 m Altura do pedestal  - 8 m 
Altura da cabeça  - 3,75 m Comprimento da mão  - 3,20 m 
Distância entre os  extremos dos dedos  - 28 m Peso da estátua  - 1.145 toneladas 
Peso da cabeça  - 30 ton. Peso de cada mão  - 8 ton. Peso de cada braço  - 57 ton. 
Já a estrada de ferro foi inaugurada em 1884 e  inicialmente ia somente 
até o hotel das Paineiras,  diversão dos ricos da época e também refúgio para  
aqueles que estivessem se tratando de tuberculose,  pelo ar puro das redondezas. 
Os trens no início  utilizavam tração mecânica até que passaram a ser elétricos  a partir de 1910. 
 E aqui vai um testemunho fotográfico da evolução da construção do Corcovado, 
escaneado de um livro que tenho sobre o assunto: 
"Corcovado - A conquista da montanha de Deus", 
de Jorge Semenovitch: Antes da construção da estátua havia lá em cima  
o "Chapéu do Sol" A montagem da cabeça e das mãos, no sítio em Niterói.  
Este senhor sentado à esquerda é o meu avô Amândio Soares  Jorge Semenovitch    
Postado por 
Fernando Barbosa e Silva   
   
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O QuE É UmA PrAçA?  (PeLoS CaMiNhOs Do PaTriMôNiO HiStÓriCo & CuLtUrAL) escrito em segunda 18 junho 2007 10:20

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, O QuE É UmA PrAçA?

O QuE É UmA PrAçA?

Espaço Cultural Casa do Fernando

Apresenta

A praça “Amintas”

 

O Retrato fiel do abandono e maus tratos ao

Patrimônio Histórico e Cultural de nossa comunidade padreustaquiana.

 

O que é uma praça? É aquele ponto de referência em uma cidade ?  Um lugar público por definição. A praça, na Grécia Antiga chama-se Ágora , e era da maior importância nas manifestações dos cidadãos da Pólis (cidade). A praça era o palco da experiência humana por excelência. Lugar de expressão pública, lugar de debate. Acho que se tivéssemos que fazer uma analogia entre uma praça e um corpo humano, eu colocaria a praça no coração da cidade. Lugar onde as emoções fervem. Me lembro da praça onde ocorreram estas cenas de minha vida, claro que houveram várias praças vida afora. Mas uma em particular ocupou como palco central muitas emoções e nela vi tantas outras manifestações da experiência humana. Esta experiência tão impar para cada um de nós. Mas compartilhamos lugares comuns no transito da cidade, no transito da vida, no curso das coisas, por assim dizer. Nessa praça, vi, ainda menino, uma fonte luminosa. Confesso tê-la visto funcionando uma única vez. Lembrança vaga e fugidia na fumaça do tempo. Várias outras porém perfilam, como cenas de  cinema, montando quadros aleatórios das lembranças da experiências da infância, da adolescência, da vida adulta, do tempo. O tempo que eu experimentei, o tempo que se passa em nós, o tempo que se tem para viver. As cenas da vida que compõe o quadro da sua história. Nessa praça, me lembro da fonte sendo lentamente abandonada, até que em seu entorno não existiu Nada mais do que somente um buraco que tanto tempo durou. Mesmo que por um tempo ficasse tão feia, não era o impecilho para que os moleques de bicicleta viessem barbarizar com suas bikes o espaço público, naquela época o espaço público era entendido como espaço de ninguém. Na verdade, parece que até hoje. Mas aos moleques que me refiro, eu também estava no meio, e aquele comportamento nada mais era do que uma manifestação em rompante dos hormônios juvenis. Vi outras gerações, antes e depois da minha fazerem mais ou menos a mesma coisa. Eu a vi sendo reformada, vi o comércio a sua volta passar pela ação do tempo. Portas mudarem, portas crescerem. A vida econômica da cidade da cidade faz parte direta das manifestações da vida das pessoas. Vi ainda, na época dos hormônios pulando, as belas moças na pizzaria, ali era um lugar de ver as beldades locais. Lugar onde o amor começava a surgir nos olhares furtivos, ainda meio tímidos pela inexperiência, mas deliciosos, olhares inaugurais das primeiras manifestações do amor. Alguns não sabiam que estavam ali olhando para seus futuros parceiros, seus cônjuges. O pai ou a mãe dos seus futuros filhos. O tempo foi passando, alguns foram embora, outros permaneceram, chegou gente nova. E no meio da gente nova que chegou, chegaram os filhos. Os nossos filhos. Que vão até a praça para poder brincar. Os filhos que como seus pais usufruíram do espaço físico da Polis, da cidade, o coração da cidade, quem sabe? Os pais que experimentam apreensivos e zelosos os primeiros passos cambaleantes de seus filhos. Muitas vezes esses passos são dados na praça. Naquele momento em que a criança começa a se socializar. Começa a compartilhar como sujeito social, seus passos como um futuro homem. Mas esta praça é uma praça que tem um valor afetivo, um valor “do coração”. Ela não é o único coração deste bairro, nem desta cidade, mas ela é um lugar que tem um grande peso, um grande valor, no coração de muitas  pessoas. Um dia desses meu coração ficou de novo apertado de emoção nesta praça. Estava indo trabalhar, e vi de repente as pessoas olhando curiosas para a Rua Coronel José Benjamim. Parei para ver o que era. Vi, com os olhos mareados, um grande grupo de crianças caminhando para a praça. Era uma manifestação cívica, uma manifestação de apoio ao Brasil, acho que eles estavam  torcendo para o Brasil na Copa algo assim. Os professores os acompanhavam, e de repente a praça ia ser invadida por um grupo enorme de crianças, que vinham apitando pela rua, balançando bandeiras, e demonstrando sua inserção no espaço social, inaugurando seus passos como um sujeito na cidade. Já  estava achando a cena linda por si só. Mas fiquei realmente mais emocionado quando vi no meio da criançada meu filho junto. Tive um misto de sensações intensas. Achei o que já era maravilhoso ainda mais belo. Aquele tanto de crianças, com todas as suas cores e alegria, com seu barulho em algazarra, bando de pardais . As crianças experimentando essas emoções inaugurai, de fazer parte, de serem reconhecidos, de se manifestarem. Fiquei parado e perplexo por um tempo me deliciando com aquela cena que pretendo que nunca se apague da minha retina. Essa cena foi aqui nesta praça. A mesma praça da minha infância. A praça da infância do meu filho, dos nossos filhos. A praça como um lugar público. Lugar de manifestação. A praça como palco das cenas da vida. A praça por ser pública é o lugar de todos nós.

 

by Anderson Matos 

 Psicólogo 

Primavera  de 2006

                                                                                                     

Espaço Cultural Casa do Fernando

Rua Francisco Bicalho, 668 Pe. Eustáquio – BH – MG 

(31)91330995 – (31) 3412.3019

2003 / 2007

4 Anos de Produção Artística & Cultural

espacoculturalcasadofernando@yahoo.com.br

 

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