Home Data de criação : 07/02/09 Última atualização : 11/10/17 11:55 / 185 Artigos publicados

PeLoS CaMiNhOs DoS CoNcUrSoS FoToGrÁfIcOs

CoMeMoRaÇõEs - Dia InTeRnAcioNaL da FoToGrAfia  (PeLoS CaMiNhOs DoS CoNcUrSoS FoToGrÁfIcOs) escrito em sexta 10 agosto 2007 06:05

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, CoMeMoRaÇõEs - Dia InTeRnAcioNaL da FoToGrAfia

Dia Mundial da Fotografia


Foi numa manhã, mais precisamente no dia 19 de agosto de 1839, que a fotografia se tornou de domínio público em território francês. O anúncio oficial foi feito na Academia de Ciências e Artes de Paris, pelo físico François Arago, que explicou para uma platéia espantada os detalhes do novo processo desenvolvido por Louis Jacques Daguerre. O físico apresentava e doava ao mundo o daguerreótipo.

Naquele momento o ato parecia uma mágica. Uma caixa escura, ferramenta capaz de captar e fixar numa superfície o mundo "real".

Dizem as lendas que em seguida à cerimônia várias pessoas saíram as ruas em busca de uma máquina de fazer daguerreótipos e essa vontade de produzir imagens nunca mais cessou.

Daguerre não perdeu tempo. Antes de doar seu invento a França já havia patenteado o mesmo nas Ilhas Britânicas, Estados Unidos e nos quatro cantos do mundo.

"De hoje em diante, a pintura está morta" declarava o pintor Paul Delaroche. Nos círculos mais conservadores e nos meios religiosos da sociedade, "a invenção foi chamada de blasfêmia, e Daguerre era condecorado com o título de "Idiota dos Idiotas''".O pintor Ingres, ainda que utilizasse os daguerreótipos de Nadar para executar seus retratos, menosprezava a fotografia, como sendo apenas um produto industrial, e confidenciava: "a fotografia é melhor do que o desenho, mas não é preciso dizê-lo".Baudelaire, um dos mais expressivos representantes da cultura francesa, negava publicamente a fotografia como forma de expressão artística, alegando que "a fotografia não passa de refúgio de todos os pintores frustrados", e, sarcasticamente, celebrava a fotografia "como uma arte absoluta, um Deus vingativo que realiza o desejo do povo... e Daguerre foi seu Messias... Uma loucura, um fanatismo se apoderou destes novos adoradores do sol!”.Com estas declarações, Baudelaire refletia o impacto causado pela fotografia na intelectualidade européia da época”.

Um artigo publicado no jornal alemão Leipziger Stadtanzeiger, ainda na última semana de agosto de 1839, ajuda a compreender melhor este confronto:"Deus criou o homem à sua imagem e a máquina construída pelo homem não pode fixar a imagem de Deus. É impossível que Deus tenha abandonado seus princípios e permitido a um francês dar ao mundo uma invenção do Diabo".(Leipziger Stadtanzeiger ,26.08.1839,p.1)A nova concepção da realidade conturbou o mundo cultural e artístico europeu. Como entender que a fotografia viesse para ficar, a não ser em substituição das tradicionais formas de representação? Já se havia gasto vãs sutilezas em decidir se a fotografia era ou não arte, mas preliminarmente, ainda não se perguntara se esta descoberta não transformava a natureza geral da arte e da cultura.

A nova invenção teve importância mais filosófica do que científica. Nasceu dentro do germe da sociedade industrial e a partir desta data o mundo nunca mais foi o mesmo
.

 

19 DE AGOSTO
Por Enio Leite
Focus Escola de Fotografia
www.focusfoto.com.br - www.escolafocus.net

Pesquiza realizada por: 

Fernando Barbosa e Silva

Espaço Cultural Casa do Fernando

4 Anos de Produção Artística e Cultura

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DiA InTeRnAcioNaL da FoToGrAfiA  (PeLoS CaMiNhOs DoS CoNcUrSoS FoToGrÁfIcOs) escrito em sexta 10 agosto 2007 06:00

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FoToGrAfiA :

 ImAgEns aLÉm de Um SimpLeS ClicK 


Breve história da fotografia...

Evolução cronológica dos principais registros:

  • Grécia, antes de Cristo: Aristóteles - Criação da imagem através de um orifício.
    Século X: Alhazen (árabe) descreveu como observar um eclipse solar no interior de uma câmera obscura. Século XVI: Redução da câmera obscura (auxiliar na pintura). Século XIX (1826): Joseph Nicephore Niépce (francês) foi a primeira pessoa no mundo a tirar uma verdadeira fotografia - processo heliográfico com 8 horas de exposição à luz. Ano de 1830: Josef Petzval criou uma nova lente dupla abertura F 3.6 (30 vezes mais rápida que a anterior). 1832/1833: Hércules Florence descobre isoladamente a fotografia na Brasil - na vila de São Carlos, atual cidade de Campinas (SP). 1835: Louis Jacques Mandé Daguerre, firmou-se como único inventor da fotografia prática, através de seu - Daguerreótipo - chapa de cobre revestida com prata, banhada com iodeto de prata. Na presença de vapor de mercúrio surge a imagem, gerando um único positivo (era o "polaroid" da época). 1840: Willian H. Fhox Talbot, descobre o processo negativo/positivo usando como filme folhas de papel sensibilizado (preparado para reagir à luz) que depois foi substituído por vidro. Os negativos de vidro foram usados até os anos 50. 1871: Richard Leach Maddox, primeira chapa usando gelatina para manter o brometo de prata no lugar. 1877: George Eastman, popularizou a fotografia com a criação do filme flexível (em rolo), que tinha o nome de "American Film" e vinha com 100 poses. 1925: Lançamento da câmera 35mm (Leica)... Os foto clubes:1853 — Primeiro foto clube do mundo o Royal Photografic, Londres - Inglaterra. 1918 — Primeiro foto clube brasileiro, Photo Club Helios, Porto Alegre (RS). 1923 — Photo Club Brasileiro, Rio de Janeiro (RJ). No dia 28 de abril de 1939 foi fundado nas dependências do edifício Martinelli, em São Paulo, o Foto Clube Bandeirante. 1942 — Primeiro Salão Nacional de Fotografia, promovido pela prefeitura de São Paulo e organizado pelo Foto Clube Bandeirante. 1945 — Mudança do nome do clube para Foto Cine Clube Bandeirante por seus trabalhos na área cinematográfica. 1950 — Declaração de utilidade pública estadual.
  •                 

      HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA NO BRASIL

 Início da Fotografia no Brasil(D. Pedro II) Hércules Florence História da Fotografia no Brasil(com citações de vários fotógrafos, Virada do Século, anos 30) Guerras - Trílice Aliança (1865-1870), com Carlos Cesar, Luiz Terragno e Augusto Amoretty. Revolta da Armada (1893-1894), com a casa fotográfica Photographia Central, Pedro Karp Vasquez e Juan Gutierrez.   Guerra de Canudos(Flávio de Barros, Estevam Avellar, Evandro Teixeira) Fotoclubismo - Anos 40, História do Foto Cine Clube Bandeirante, Foto-Cine Clube Gaúcho e com os fotógrafos: Eduardo Salvatore, Chico Albuquerque, Gaspar Gasparian, Júlio Agostinelli, Marcel Giró, Roberto Yoshida e Takashi Kumagai. pesquisa, anúncios de fotógrafo, revistas, auge do fotojornalismo(anos 50, com Asterio Rocha, Jean Manzon, José Araújo de Medeiros e Flávio Silveira Damm) Anos 60(Acervo Iconográfico do Jornal Última Hora, família Aszmann, Fotorreportagem, José Antonio, J. Marques, Soares e Meira) Anos 70(agências, Art Kane, Rodrigo Whitaker Salles, Silvino Santos) Anos 80(Cristiano Mascaro, Mário Cravo Neto, Ubiratan Castanha) Anos 90(Adi Leite, Andréa Monteiro, Cassio Vasconcelos, Márcio Scavone, Valério Trabanco) Bibliografia e Links 


INÍCIO DA FOTOGRAFIA NO BRASIL


 

Em 1839, o Diário do Commercio, do Rio de Janeiro, noticia a invenção do DAGUERREÓTIPO (imagens obtidas com um aparelho capaz de as fixar em placas de cobre cobertas com sais de prata), primeiro aparelho a fixar a imagem fotográfica, também o primeiro processo fotográfico reconhecido mundialmente, criado pelo francês LOUIS-JACQUES MANDÉ DAGUERRE (1787-1851). No ano seguinte são feitas as primeiras fotos...

A fotografia chegou no Brasil no dia 16/01/1840, pelas mãos do abade LOUIS COMPTE, capelão de um navio-escola francês (corveta franco-belga L’Orientale) que aportou de passagem pelo Rio de Janeiro.

Ele trouxe a novidade de Paris para a cidade, introduzindo a DAGUERREOTIPIA no país. Realizou 3 demonstrações do funcionamento do processo e apresentou o daguerreótipo ao imperador D. Pedro II. Foi a primeira demonstração no Brasil e na América Latina!

Deve-se imaginar quanto seria enriquecedor se pudéssemos conhecer o que teriam dito nos poucos corredores solenes da capital do Império, os que viram as primeiras exposições de 17/01/1840, no Hotel Pharoux, no Largo do Paço, quando se depararam com o requinte daquela modernidade: a fotografia.

Abaixo (lado esquerdo), cartão-postal da primeira metade do século XX, sobre o Jornal do Commercio. Lado direito: foto de Louis Compte, Rio de Janeiro (1840) — 1º DAGUERREÓTIPO tirado na América do Sul.

"É preciso ter visto a cousa com os seus próprios olhos para se fazer idéia da rapidez e do resultado da operação. Em menos de 9 minutos, o chafariz do Largo do Paço, a Praça do Peixe e todos os objetos circunstantes se achavam reproduzidos com tal fidelidade, precisão e minuciosidade, que bem se via que a cousa tinha sido feita pela mão da natureza, e quase sem a intervenção do artista" (trecho do Jornal do Commercio, de 17/01/1840).

(La grand association avec l’histoire de Paris?
Tríptico da Cathédrale Nôtre-Dame – Ile de la Cité, Paris, 2000)

O cronista do Jornal Diário registrou a facilidade com que era possível obter "a representação dos objetos de que se deseja conservar a imagem...", e seguiu narrando as proezas do vistoso instrumento que em poucos nove minutos registrara o chafariz do Largo do Paço, a praça do Peixe, o mosteiro de São Bento, "... e todos os outros objetos circunstantes se acharam reproduzidos com tal fidelidade, precisão e minuciosidade, que bem se via que a cousa tinha sido feita pela própria mão da natureza, e quase sem intervenção do artista."

Rio de Janeiro (1840). Autor desconhecido

 

Pesquiza :

Fernando Barbosa e Silva

Espaço Cultural Casa do Fernando

4 Anos de Prodição Artística e Cultural

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PeLoS CaMiNhOs DoS CoNcUrSoS FoToGrÁfiCoS  (PeLoS CaMiNhOs DoS CoNcUrSoS FoToGrÁfIcOs) escrito em domingo 24 junho 2007 07:26

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E s P e C i A       2 0      A n O s

 1 9 8 7    -   2 0 0 7

Espaço Cultural Casa do Fernando

 Apresenta

Homenagem Aos amigos Fotógrafos:

Arlindo J.Silva-Mariana-MG / Bruna Castanheira-Belo Horizonte / Carol Volpe-São Paulo / Cristina

Carvalhaes-Belo Horizonte / Denisse-Salazar Salvador Eduardo Andrade-Porto Alegre / Érika Manfredi-

São Paulo / Fernando Barbosa-Belo Horizonte Flávio Moura-Rio de Janeiro / Iva Micalosky-Florianópolis /

 Karina Zimerer-Belém / Liz Krause-São Paulo / Luciana Konishi-São Paulo / Luciana Zacarias-Salvador /

 Márcia Franco-Rio de Janeiro / Márcia Sunshine-Brasília / Nivia Franzen-Rio G.do Sul / Roberta Almeida

Andradas-MG / Silvana Amaral-Salvador / Taísa Cafiero-Belo Horizonte / Valquíria Maria-Aracaju /

Zília Nazarian-São Paulo /

Ana Christina-Bragança Portugal / Andréa Otero-Califórnia / Michele Machado-Londres /

Paula L. de Melo-África / Pedro Vieira-França / Rui Bonito-Porto

Portugal / Vitor Gomes-Lisboa,


Em comemoração ao 20º Aniversário do


Concurso de Fotografia Pe. Eustáquio Van Lieshout


V A L E U !

Fernando Barbosa e Silva

Diretor Responsável

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aBeRtUrA - e D i T o R i A l  (PeLoS CaMiNhOs DoS CoNcUrSoS FoToGrÁfIcOs) escrito em terça 22 maio 2007 03:00

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E   d   i   t   o   r   i   a   l

Concurso de Fotografia

Padre Eustáquio Van Lieshout

                  Ano 20                     

 Ao convidar um grupo de fotógrafos do site www.photografos.com.br para participarem da elaboração do V Concurso de Fotografia Padre Eustáquio Van Lieshout, temos como objetivo: estarmos participando os mesmos do nosso Concurso de Fotografia bem como estarmos criando uma nova possibilidade de estarmos tornando o nosso evento mundialmente conhecido uma vez a Internet nos possibilita esse intercâmbio.     Outro fator importante é estarmos através desta voluntária participação estarmos formando opinam junto à sociedade sobre e a importância da realização dessa natureza. Nossos convidados  têm uma relação com a fotografia, se profissionais ou não e que carregam uma experiência fotográfica, e uma vivência afetiva e cognitiva.     Nossa proposta foi para que todos escrevessem um artigo sobre a importância da realização de concursos fotográficos, para posteriormente anexarmos ao nosso projeto, e em se tratando da comemoração de 20 anos de existência do nosso concurso, l987/2007 estarmos então realizando o V Concurso tornando-o dessa forma em uma  edição especial.

 

A  g  r  a  d  e  c  e  m  o  s     a :

 

FOTÓGRAFOS EXTERIOR

 

Ana Chirstina Vivaldi-Portugal / Andréa Otero-Califórnia

Michele Machado-Londres / Paula Luques de Melo-África

Pedro Vieira-França / Rui Bonito-Porto-Portugal

Vitor Gomes-Lisboa

 

FOTÓGRAFOS BRASILEIROS

 

Arlindo José Silva-Mariana-MG / Bruna Castanheira-Belo Horizonte

 Carol Volpe-São Paulo / Cristina Carvalhaes-Belo Horizonte

Denisse J. Salazar-Salvador / Eduardo Andrade-Porto Alegre

Érika Manfredi-São Paulo / Fernando Barbosa-Belo Horizonte

Flávio Moura-Rio de Janeiro / Iva Micalosky Florianópolis

Karina Zimerer-Belém / Liz Krause-São Paulo

Luciana Konishi-São Paulo / Luciana Zacarias-Salvador

Márcia Franco-Rio de Janeiro /  Márcia Sunshine-Brasília

Nivia Franse-RS / SilvanaAmaral-Salvador

Roberta Almeida-Andradas-MG / Taísa Cafiero-Belo Horizonte

Valquíria Maria-Aracaju / Zília Nazarian-São Paulo,

 

que aceitaram o nosso convite, e que hoje compartilham com o Concurso de Fotografia Padre Eustáquio Van Lieshout , enriquecendo-o por assim dizer, e que se lançaram a colaborar efetivamente nesse empreendimento valioso para a história da fotografia artística mineira e mundial.     Agradeçemos a todos pelo incentivo permanente para que esse trabalho emergisse aos olhares de todos. 

Fernando Barbosa e Silva

Diretor Responsável

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Zília Nazarian - São Paulo-SP  (PeLoS CaMiNhOs DoS CoNcUrSoS FoToGrÁfIcOs) escrito em quarta 09 maio 2007 17:52

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Concurso Fotográfico

Da importância dos Concursos Fotográficos Pessoas sensíveis que registram momentos especiais com suas câmeras fotográficas, tem, geralmente, o desejo de apresentar e divulgar essas imagens ao público. Assim, os Concursos Fotográficos, vem ao encontro desse desejo, como um espaço livre e democrático que possibilita não só a exibição dessa arte visual tão rica, como também a troca de informações entre os participantes. Fotógrafos anônimos existem aos milhares, muitos deles com uma obra tocante, fascinante, que merece e deve ser conhecida.

 Concursos são então um meio determinante de propagar toda essa obra.

 

 Zília Nazarian

São Paulo-SP

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