Home Data de criação : 07/02/09 Última atualização : 11/10/17 11:55 / 185 Artigos publicados

Espetáculo de TeAtRo - O AliEniStA  (PeLoS CaMiNhOs Do CiNeMa) escrito em segunda 28 janeiro 2008 12:35

Cia. Forte de Teatro

Apresenta:

O AliEniStA

Uma divertida comédia de Machado de Assis

Direção:

Carlos Delgado

 

Campanha de Popularização do Teatro 

 2008 - Belo Horizonte - MG

 

O Espetáculo O Alienista estréia sua temporada na

Campanha de Popularização do Teatro 2008 

 

Teatro Francico Nunes

De 07 a 24 de Fevereiro 

Quintas a sábado às 20 h e Domingos às 19 h.

 

Participem... Imperdível!

       

Espaço Cultural Casa do Fernando

5 AnOs de Produção Artística e Cultural

2003 / 2008

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Cia. FoRtE dE TeaTro - O AliEniStA  (PeLoS CaMiNhOs DoS InTeRcÂmBiOs CuLtUrAiS) escrito em segunda 28 janeiro 2008 10:20

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, Cia. FoRtE dE TeaTro - O AliEniStA
PrEsS - ReLeAsE

T     A   T   R   O

 

Cia. FoRtE dE TeaTro
ApReSenTa 
O ALIENISTA 

ESTRÉIA TEMPORADA  EM FEVEREIRO

 

 A Cia Forte de Teatro de Belo Horizonte estréia nova temporada do espetáculo teatral “O Alienista”,  uma adaptação da obra de Machado de Assis  no Teatro Francisco Nunes.

A peça fica em cartaz  de

 07 a 24 de fevereiro de 2008.

A história nos conta a divertida trajetória do ilustre médico Dr. Simão Bacamarte em sua busca em descobrir os limites da loucura e da razão, e o perfeito equilíbrio das faculdades mentais entre os habitantes da pequena vila de Itaguaí dos tempos coloniais.Se Machado usava a ironia, a ambigüidade, a elipse, para construir suas estórias, utilizamos o cômico e o alegórico como forma de expressão crítica do conteúdo atualizado da obra. A “ferocidade machadiana” é transposta em uma comicidade explícita na busca de um humor que aguça os sentidos e expõe com crueza as contradições dos personagens.Um acurado trabalho de pesquisa é a chave de nosso trabalho. Inspirados no universo caótico de  Arcimboldo, Rabelais, Brueghel e Bosch, buscamos remontar as origens de uma festa popular que liberta o espírito, o Carnaval  esse momento de loucura tolerada.O carnaval é a segunda vida do povo, a festiva. A festa é a propriedade fundamental de todas as formas de ritos e espetáculos cômicos. Durante o carnaval é a própria vida que se representa, e por um certo tempo o jogo se transforma em vida real.A  opção pela montagem de O Alienista é fruto da busca da construção de uma dramaturgia viva. A postura crítica de Machado de Assis se reflete no espetáculo onde a inquietude é fator gerador da criação.Criada em 1995, a Cia Forte é co-realizadora  do “K-iau em Cena - Festival Nacional de Teatro de Araçuaí/MG”. A primeira edição foi realizada com grande sucesso em 2006 e em outubro deste ano acontecerá a edição 2007.O espetáculo tem direção de Carlos Delgado e o seguinte elenco: Gláucia Enes, Carlos Delgado, Daniel Furtado, Janaína Starling e Adão Magela.

 

RESUMO

A história nos conta a divertida trajetória do ilustre médico Dr. Simão Bacamarte em sua busca em descobrir os limites da loucura e o perfeito equilíbrio das faculdades mentais na pequena vila de Itaguaí dos tempos coloniais.

SERVIÇO:

Espetáculo: “O Alienista”, direção de Carlos Delgado, com o seguinte elenco: Gláucia Enes, Carlos Delgado, Daniel Furtado, Janaína Starling e Adão Magela.

 19h

Contato:

Carlos Delgado (31)88333123, 34622642Site: http://br.geocities.com/teatroforte, e-mail: teatroforte@yahoo.com.br,

 

OUTRAS INFORMAÇÕES 

O Texto 

Originalmente publicado entre 1881 e 1882, O Alienista, faz parte da coletânea Papéis Avulsos, editada em 1882. Foi redigido em um ambiente pré-freudiano, mas com sinais de antevisão da mudança representada pela sondagem dos desvãos da mente humana.O conto decorre nos tempos coloniais, provavelmente na segunda metade do século 18. Tempos áureos, graças às minas que expeliam das suas entranhas o metal que sustentava os luxos da Corte em Lisboa e graças ainda aos ventos de progresso que anunciavam o advento da hegemonia da Razão, com todas as suas promessas, no bojo do Iluminismo.

Quem é louco em Itaguaí?

Para responder essa questão Machado exercita todo seu senso de humor, na verdade, um sorriso amargo diante da condição humana. Na história, o eminente Doutor Simão Bacamarte, dedicado estudioso da alma humana, decide construir um hospício para tratar os doentes mentais na pequena vila de Itaguaí. O final surpreendente mostra ao espectador que tudo é relativo e a normalidade nem sempre é aquilo que a ciência e os fatos atestam de forma absoluta.

O Autor

Machado de Assis é considerado o melhor escritor brasileiro do século XIX e um dos mais destacados de toda a literatura universal, graças a romances como “Memórias Póstumas de Brás Cubas,"Dom Casmurro" e contos como “O Alienista”, “ O Enfermeiro', entre outros.Segundo o estudioso inglês Willian L. Grossman, Machado pode ser comparado no contexto universal a autores como Willian Blake, Cervantes, Gogol, Hemingway, Pirandello, Poe, Voltaire e Walt Withman.O “Bruxo do Cosme Velho” é admirado por sua potência intelectual, a sutileza das observações da realidade, pela feição caracteristicamente nacional e por sua crueldade, aliás, que não era só sua, mas da classe dominante de seu tempo. O que Machado fez na verdade, segundo o escritor Roberto Schwarz, foi apoderar-se da mentalidade dos ricos para assim revelar toda a verdade do primeiro reinado. A hipocrisia, a impostura, a ambigüidade, eram atitudes que correspondiam às ações deles. Como alguém pode ser nobre, traficando e surrando escravos?

Críticas ao Espetáculo

Jornal: Estado de Minas

Belo Horizonte, 28 de Janeiro de 2004.

“ADAPTAÇÃO DE “O ALIENISTA”, DE MACHADO DE ASSIS, PELA CIA FORTE DE TEATRO, FAZ JUSTIÇA AO AUTOR E DIVERTE A PLATÉIA.A ALTURA DO ORIGINAL
Janaína Cunha Melo.

“Machado de Assis não se arrependeria. A adaptação do conto “O Alienista”, dirigido por Carlos Delgado, preserva do texto o que ele tem de melhor: ironia, humor e aquele rastro de sarcasmo que com tanta elegância o autor desferia a cada palavra engatilhada. E com as vestes da Cia. Forte de Teatro, a história do ilustre doutor que faz surgir o primeiro hospício da história ganha vitalidade. Dizer que pelo talento dos jovens atores seria demérito. Resultado assim só mesmo com muita leitura, pesquisa de linguagem, disciplina no fazer artístico e o entendimento de que o teatro e as artes em geral não dependem de inspiração, mas de entrega ao trabalho.Os cinco atores em cena não exibem sincronismo perfeito nas marcações de cena, nas coreografias. Tampouco declamam suas falas com correção impecável. Felizmente. Eles fazem teatro com ritmo, com redenção e com todos os pequenos tropeços que a naturalidade exige. Em todo o espetáculo, sugerem encontros de linguagem com a ópera bufa, com a vitalidade circense e com a literatura, que pouco a pouco revelam o temperamento de cada personagem, alternando pontos de tensão com os momentos em que o leitor /espectador respira.Consciente ou não de todos os recursos que experimenta, a companhia envolve a platéia em situações de graça, sem a obrigação da comicidade. Mas não se desfaz na horizontalidade e consegue conduzir os picos de reflexão sem o olhar sisudo da hipocrisia intelectual. Ao critério machadiano, muitas histórias se confrontam entre a loucura e a sanidade. Algumas com mais delicadezas, outras menos generosas, mas todas partes do cotidiano inevitável.Para garantir a plasticidade de cada ambiente proposto pelo texto original, direção e produção apresentam soluções práticas, de fácil manejo e com resultado satisfatório. Longe do convencional, não precisam de água para chuva e lágrimas. Menos ainda de figurino sofisticado. Para isso contam com luzes bem pensadas, caras, trejeitos, movimentos e um olhar fixo na platéia, quase incomodativo. Assistir à peça, no entanto, não dispensa a leitura do conto. Por mais bem acabada que seja a montagem, literatura e artes cênicas são obras distintas, não-complementares, ainda que este caso tenha resultado um casamento em que ambos se decifram sem culpas. Como um encontro raro”. 

Jornal: Diário da Tarde
Belo Horizonte, 21 de fevereiro de 2003

TEATRO “BOAS OPÇÕES ESTÃO NO ROTEIRO DA CAMPANHA

Marcelo Paolinelli

Nesta reta final da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, é possível que muita gente possa estar indecisa sobre quais peças priorizar noúltimo final de semana do evento. Pensando nisso, o DT elabora uma espécie de “perfil” de alguns espetáculos, para que o leitor possa fazer suas opções. (...)Adaptação do conto homônimo de Machado de Assis, um dos maiores nomes da literatura brasileira, O Alienista é uma comédia deliciosa que denuncia a loucura que cada um de nós traz. O diretor Carlos Delgado (que também atua na peça) conseguiu imprimir um tempo de comédia eficaz: não é aquela que o público ri o tempo todo, mas como bem disse a grande dama do teatro brasileiro, Bibi Ferreira, “fazer comédia é como tocar piano: não se pode apertar demais as teclas”.A história do cientista que, ao tentar retirar do convívio social todos os portadores de algum tipo de loucura, acaba concluindo que a norma é ser “anormal” é interpretada a contento pelo elenco, com boa movimentação de palco e direito a “pegadinhas” com pessoas da platéia. Tudo com humor, sem apelação“ 

 A Cia Forte agradece a publicação. 

ImpErDíVeL

 Espaço Cultural Casa do Fernando

5 AnOs de Produção Artística & Cultural

2003 / 2008

fbs♪♫♪

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r E f L e X o S  (PeLoS CaMiNhOs DoS InTeRcÂmBiOs CuLtUrAiS) escrito em sábado 19 janeiro 2008 19:42

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, r  E  f  L  e  X  o  S

BOA TARDE

FERNANDO BARBOSA E SILVA 

Cordiais cumprimentos da Primaz de Minas e do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais em Minas Gerais! Nada mais gratificante que receber esta mensagem magnífica do Espaço Cultural Casa do Fernando, que com brilhantismo e competência divulga inúmeros assuntos de interesse cultural e de importância para o cenário da cultura mineira.   

Nada mais gratificante que acompanhar as ações deste espaço e em especial ao trabalho nas Artes Visuais de Fernando Barbosa (não esqueço a imagem do palhaço - fotografia de Fernando Barbosa). Suas fotos são espetaculares, trazem aos olhos do espectador (leitor polifônico) a emoção que fotografa com maestrina. As emoções são passageiras e para conseguir retratá-las em um click, isto é pura ousadia e mágica, caro artista. Arte é contemplação, um dos meios mais poderosos e eficazes de chegar à consciência humana e tocar os sentidos do individuo (já pensou se os políticos descobrissem isto e resolvessem investir de verdade neste quilate da comunicação visual?)

O crescente desenvolvimento de recursos eletrônicos, como a computação e a internet, dará continuidade às transformações ininterruptas das linguagens artísticas. A partir da segunda metade do século XIX sabe que houve um grande avanço técnico no processo fotográfico, exercendo assim influência sobre as novas concepções artísticas. A fotografia estava prestes a assumir a função da arte pictórica e isso acarretou num duro golpe para os artistas que se viram cada vez mais compelidos a explorar regiões onde a fotografia não podia acompanhá-los. As obras impressionistas de artistas como Claude Monet e Auguste Renoir diluíram os contornos de figuras humanas e paisagens, criando um novo paradigma na técnica e estética da pintura. Isso preparou terreno para o abstracionismo, a negação total da arte renascentista.

Ora, se a máquina fotográfica produz imagens mais verossímeis e conseguem retratar o momento mágico da cena, então o valor de um pintor na não dependeria de seu virtuosismo acadêmico, mas sim de sua investigação nos processos de percepção e a função estruturante da cor, aspectos que diferenciam a sua atividade de um fotógrafo.

O futuro das artes visuais passará pelo cruzamento de qualquer forma de representação visual, isto é, pintura, escultura, moda, arquitetura, design, fotografia, cinema, etc. Se existiram diversas tendências e fertilidade na mente das vanguardas históricas, que nasça a mesma ousadia e mola impulsionadora de gestar e parir criações capazes de acompanhar o constante desenvolvimento e expansão de novas tecnologias na área das Artes Visuais.
Nada mais gratificante que receber mensagens de boas vindas e ensejo de profícua produção cultural do Espaço Cultural Casa do Fernando. A disposição amigo!
 

Abraço fraterno,  

Andreia Donadon Leal - Déia Leal

Governadora do InBrasCI em Minas Gerais

Promotora de eventos do Jornal Aldrava Cultural

Membro efetivo da AVSPE

Visitem

www.jornalaldrava.com.br

 

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FeLiZ 2o08 pArA ToDoS!  (PeLoS CaMiNhOs DoS AgRaDeCiMeNtOs) escrito em quinta 03 janeiro 2008 06:18

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, FeLiZ 2o08 pArA ToDoS!

Fotografia - Fernando Barbosa e Silva

Atriz - Alessandra Simões  

FeLiZ 2o08 pArA ToDoS!



OLÁ AMIGOS!  ESPERO QUE
POSSAMOS ESTAR DANDO CONTINUIDADE A ESSA
NOSSA HISTÓRIA DE AFETO E RESPEITO E QUE
NAS PÁGINAS DESSE NOSSO LIVRO
" bLoG " POSSAMOS
ESTAR TRANSMITINDO A TODOS LIÇÕES DE CARINHO,
AMOR E AFETO, FAZENDO COM ISSO,
QUEM SABE, AJUDANDO A MUITOS A CONSTRUIREM
UM MUNDO MAIS JUSTO MAIS HUMANO E MAIS
FRATERNO.

FELIZ 2008 E QUE TODOS SEJAM FELIZES POR TODA A SUA
EXISTÊNCIA NESSE PLANO, E EM OUTROS QUE
COM CERTEZA IREMOS NOS ENCONTRAR.

O ANO JÁ PASSOU, MAS NUNCA PASSARÁ O QUE DE
BOM VIVEMOS E QUE COM CERTEZA ESTARÁ
MARCARDO PARA SEMPRE EM NOSSAS VIDAS!

UM FORTE ABRAÇO A TODOS!

Fernando Barbosa



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ToM JoBiN  (PeLoS CaMiNhOs Da FoTo-PoEsiA) escrito em sábado 08 dezembro 2007 03:20

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, ToM JoBiN

 ToM JoBiN 

25 de Janeiro de 1927

 8 de Dezembro de 1994

  

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, melhor conhecido como Tom Jobim, nasceu no Rio de Janeiro, a 25 de Janeiro de 1927 e faleceu em 8 de Dezembro de 1994 em Nova York. Compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e às vezes violonista. É considerado um dos expoentes da música brasileira, tendo sido um dos criadores da bossa nova - Tom Jobim é um dos nomes que melhor representa a música brasileira na segunda metade do século XX, é praticamente uma unanimidade quando se pensa em qualidade e sofisticação musical.

   

Desafinado

Tom Jobim

Quando eu vou cantar, você não deixa
E sempre vêm a mesma queixa
Diz que eu desafino, que eu não sei cantar
Você é tão bonita, mas tua beleza também pode se enganar

Se você disser que eu desafino amor
Saiba que isto em mim provoca imensa dor
Só privilegiados têm o ouvido igual ao seu
Eu possuo apenas o que Deus me deu

Se você insiste em classificar
Meu comportamento de anti-musical
Eu mesmo mentindo devo argumentar
Que isto é Bossa Nova, isto é muito natural

O que você não sabe nem sequer pressente
É que os desafinados também têm um coração
Fotografei você na minha Rolley-Flex
Revelou-se a sua enorme ingratidão

Só não poderá falar assim do meu amor
Este é o maior que você pode encontrar
Você com a sua música esqueceu o principal
Que no peito dos desafinados
No fundo do peito bate calado
Que no peito dos desafinados também bate um coração

 

Homenagem do

Espaço Cultural Casa do Fernando

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