Home Data de criação : 07/02/09 Última atualização : 11/10/17 11:55 / 185 Artigos publicados

MoTiVaÇãO PoÉtiCa  (PeLoS CaMiNhOs DoS InTeRcÂmBiOs CuLtUrAiS) escrito em sexta 29 fevereiro 2008 03:55

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, MoTiVaÇãO PoÉtiCa

MOTIVAÇÃO POÉTICA :



A obra “Martírio”, óleo e corda sobre tela é uma evolução da imagem do impacto causado pelo sofrimento humano. O lugar da dor logo é metonímico, apenas o continente vago, profundo, amarrado por cordas, numa mostra evidente da relação de avanço na visão da própria arte ou da relação do homem com o próprio sofrimento – amarrar-se em si, desamarrar-se de si, para ver seu próprio interior, oco e profundo. Todo o sangue que escorre deve hidratar o próprio corpo que se esvazia de si. O crânio rochoso assimila todo impacto da dor de que se derrama. O martírio humano é metonímia do martírio do planeta terra.


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A Pinacoteca da Divisão de Assuntos Culturais

da Universidade Federal de Viçosa apresenta
emaranhaminas

exposição de arte aldravista

Abertura: 02 de abril, das 19 às 22 horas

A Pinacoteca da Divisão de Arte e Cultura da UFV expõe, no período de 02 a 29 de abril de 2008, emaranhaminas - Exposição de Arte Aldravista, da artista mineira Déia Leal. Na Exposição insinuações de minas são lançadas em todas as telas, para que o leitor reconstrua alguma idéia de mineração, a partir de metonímias de Minas Gerais (conteúdos emaranhados do continente mineiro). As pinceladas abdicam do traço e lançam-se exclusivamente em manchas de algo que demarca perfurações no solo em ordenação de jogos de profundidade com perspectivas sobrepostas e aberturas para esconderijos ou fugas sob teias emaranhadas. A artista abre mão da composição da arte através de traços e desenhos que resultam em imagens, para jogar sobre telas acrílico, óleo com algum grattage ou cordas, numa insinuação de temas em movimentos até que narrativas surjam da explosão de cores na instauração de possibilidades de significação e de sentido. A liberdade metonímica é o pilar da arte aldravista, que pergunta insistentemente ao espectador: o que é que só você vê.
Coordenação: Sandra Maria Taranto Galhardo – Pinacoteca da UFV.
Curadores: Gabriel Bicalho e J. B. Donadon-Leal – Associação Aldrava Letras e Artes.

Déia Leal (Andréia Aparecida Silva Donadon Leal) nasceu em Itabira/MG. Formada em Letras (UFOP-MG) e Pós-graduanda em Artes Visuais - Cultura & Criação (SENAC). Representou Minas Gerais no Circuito Internacional de Arte Brasileira na Tailândia, China, Áustria, Alemanha e Polônia (2007-2008). Premiada no Concurso Internacional de Artes Plásticas Compositor Antonio Gualda - 2006, na Espanha. Participou da exposição Arte dos cinco Continentes na Espanha e na Itália.


Realização
Universidade Federal de Viçosa
Divisão de Assuntos Culturais
Associação Aldrava Letras e Artes



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Espaço Cultural Casa do Fernando

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1 comentário(s)

  • Sirley

    Sex 29 Fev 2008 16:51

    Linda tela, embora cada pessoa que olha para uma obra tem sua própria opinião e vê coisas diferentes, é aí que eu acho interessante...
    Abraços.


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