Brinquedo Proibido
A peça teatral “Brinquedo Proibido” foi tecida através de fragmentos de discursos comuns do nosso cotidiano, ensaios fotográficos, diálogos resultantes de pesquisas e visitas a hospitais psiquiátricos além da reunião e leitura minuciosa de textos de Rubens Kruger, Tatiane Moreira, Letícia Branco, Fernando Barbosa, Luiz Muller, Herlbert Carvalho e após ler Asas Partidas de Kalhil Gibran, brotou a inspiração para a criação e roteiro final do espetáculo. Trata da trajetória vivida pela personagem que, por motivos repressivos, é levada a envolvimento com a futilidade de diversos elementos presentes no consciente coletivo, e que conseguem, muitas vezes, apagar nossa essência de ser - transportada para um mundo desconhecido e prisioneira de si mesma. Aniara num de seus poucos momentos de lucidez, revê o que a vida lhe ensinou e aos poucos vai retomando sua afetividade e passa a acreditar e a lutar pela recuperação de sua dignidade encontrando força na liberdade de expressão para romper com todo um sistema torturador que vivia, substituindo o medo pela esperança. O espetáculo é um monólogo, a ambientação contemporânea, ato único, trilha sonora dos anos 70/80 da década passada – onde a personagem retoma sua vida em decadência; através de questionamentos que vivência – onde propõe não só um debate psicológico como também faz uma abordagem de caráter psicossocial.
Fernando Barbosa e Silva











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