Home Data de criação : 07/02/09 Última atualização : 11/10/17 11:55 / 185 Artigos publicados

CiA. dE TeAtRo - EsCoLa dE ArTe  (PeLoS CaMiNhOs Do TeAtRo) escrito em quinta 22 abril 2010 08:00

CiA. dE TeAtRo - EsCoLa dE ArTe

by

FeRnAnDo BaRbOsA


Fotografias produzidas por Fernando Barbosa e Silva como fotógrafo exclusivo da Cia. de Teatro Escola de Arte, sob a direção de Luiz Paixão e Anália Marques. - 1995 a 2009 -


Fotógrafo:Fernando Barbosa e Silva

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ExTrAoRdiNaiRe InTrUmEnT dE MuSiQuE - JiMF  (PeLoS CaMiNhOs Da MúSiCa) escrito em segunda 19 abril 2010 11:46

ExTrAoRdInAiRe InStRuMeNt dE MuSiQuE

Hoje pela manhã recebi esse presente do Meu

Amado Jovem Mestre Wagner Tibiriça.

Não resisti e tomei a liberdade de compartilhar com os

amigos aqui do arteblog.

Então é isso... obrigado Wagner é muito bom poder assistir

e apreciar a inteligência humana.

Fernando Barbosa e Silva

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DaFnE  (PeLoS CaMiNhOs Da PoEsiA) escrito em segunda 19 abril 2010 08:10

Blog de fernandobarbosaesilva :FeRnAnDo BaRbOsA e SiLvA... oN tHe RoAd, DaFnE

Dafne,

Agradeço a você por essa

Fonte inesgotável de atenção e que

Nos momentos cinza do meu caminhar

Elevo-me a esse colorido que você trás consigo.

Fernando Barbosa e Silva

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BriNqUeDo PrOiBiDo  (PeLoS CaMiNhOs Do TeAtRo) escrito em segunda 19 abril 2010 03:34

{#}B r i N q U e D o    P r O i B i D o{#}

RoTeiRo - Cena 4

Texto página 7/8

Como se atravessasse um abismo, andando na corda bamba, Aniara inicia novamente sua agonizante caminhada a meio fantasmas e temendo por seu futuro. Resistindo aos infortúnios da vida e resistindo até mesmo à morte premeditada, seus olhos percorrem seu corpo, tocam seu corpo frio que absorve tudo; cada pedaço e o porque de tudo. Como observadora, volta-lhe novamente as más lembranças e troca repentinamente os gestos por palavras e olhando ao seu redor, ergue as mãos, contida e melancólica sonoriza seus pensamentos:

* Aqui as palavras ecoam como os gemidos dos trovões a se amarem pelos céus. Minha vida pulsa em cada lagrima. Há açoites da dor toda vez que grito, ouço ranger de dentes, ouço minhalma entre correntes.*

Texto - Tatiane Moreira

Direção - Fernando Barbosa e Silva

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Meu Exílio Cultural  (PeLoS CaMiNhOs Da PoEsiA) escrito em quinta 15 abril 2010 22:00

Um instante

Aqui me tenho

Como não me conheço

nem me quis

sem começo

nem fim

aqui me tenho

sem mim

nada lembro

nem sei

à luz presente

sou apenas um bicho

transparente

Ferreira Gullar

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